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quarta-feira, 15 de novembro de 2017

CAMAÇARI: "Lula", uma funcionária pública e outras quatro pessoas foram presas por cobrar inscrição no Minha Casa, Minha Vida

Cinco integrantes de uma quadrilha envolvida na venda de supostas inscrições para aquisição de imóveis do programa Minha Casa Minha Vida, em Camaçari, foram presos, na segunda-feira (13), durante uma operação conjunta da 18ª Delegacia Territorial (DT) e 12º Batalhão da Polícia Militar (BPM), ambos sediados naquela cidade da RMS.

A funcionária da Prefeitura de Camaçari Marizete Pereira da Encarnação e os comparsas Isau Pereira Bispo, o “Borrachinha”, Carlos Silva dos Santos, o “Lula”, Joseane Paixão de Souza, a “Jeane”, e Andréa Cristina Amélia do Nascimento foram apresentados à imprensa, na tarde desta terça-feira (14), na sede da 18ª DT/Camaçari, pela delegada titular Thaís Siquiera e pelo comandante do 12ª BPM, tenente-coronel PM Henrique Melo.

As investigações sobre a quadrilha começaram em fevereiro deste ano, quando denúncias anônimas foram encaminhadas à polícia sobre o golpe que vinha sendo aplicado pelo grupo. E, desde então, a sede da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra), de Camaçari, foi alvo de três incêndios criminosos.

A delegada Thaís Siqueira, que coordenou à investigação, informou que a quadrilha ateou fogo ao prédio três vezes, sendo a última delas no dia 2 de novembro, na tentativa de destruir evidências que comprovassem a fraude. O primeiro a ser preso foi Isau, que havia sido contratado por Carlos e Joseane para causar os incêndios pela quantia de R$ 2 mil.

Em seguida, os policiais prenderam o casal e chegaram até o contato da quadrilha dentro da prefeitura, a servidora Marizete, e depois à quinta integrante Andréa, que ficava responsável por cooptar os clientes, que pagavam entre R$ 1 mil e R$ 3 mil pela promessa de um imóvel do programa de habitação.

Isao, Carlos, Joseane, Marizete e Andréa foram autuados em flagrante por associação criminosa, pela delegada titular, e seguirão para a audiência de custódia com o juiz. A investigação prossegue para investigar outros envolvidos nos crimes.

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