sábado, 7 de outubro de 2017

Saiba quais são as classificações da EQM-Experiência de Quase-Morte

http://www.fortenoreconcavo.com.br/2017/04/saiba-um-pouco-mais-sobre-clarividencia.html
EQM é a sigla de Experiência de Quase-Morte, termo utilizado para se referir a fatos relatados por pessoas que estiveram em condições próximas da morte, mas que conseguiram resistir e continuar a viver.

É comum que a Experiência de Quase-Morte seja relatada como a visão de um túnel de luz cujo fim está cada vez mais próximo, seguido por variadas sensações, tais como paz interior, leveza do corpo como se estivesse flutuando, percepção da presença de pessoas ao redor, aceleração ou desaceleração do tempo, entre outras.

Embora o fenômeno da Experiência de Quase-Morte seja conhecido pela humanidade há muito tempo, somente na década de 1970 começa a ganhar respaldo científico sério por meio das publicações de Elizabeth Kubler-Ross e de Raymond Moody, autores dos livros “Vida depois da morte” e “Experiências de quase-morte”, referências pontuais do tema.


Experiência de Quase-Morte (ou extra-corpórea)
A Experiência de Quase-Morte ou Experiência Extra-Corpórea, muito se assemelha com a viagem 
astral ou projeção psíquica (Uma anomalia acontece quando um indivíduo 'sai de seu corpo' e movimenta-se livremente na forma incorpórea, deslocando-se como se fosse um "balão de ar" ou como se estivesse dentro d'água, retornando depois para seu recipiente físico. Segundo relatos, o fenômeno pode acontecer geralmente durante um sono profundo e é diferenciado de um "sonho real" pela capacidade da pessoa poder se lembrar nítida e detalhadamente de tudo o que viu e sentiu), a não ser pelo fato de que a 'alma' do indivíduo está quase deixando o corpo definitivamente, devido a complicações e problemas deste.
 
Nesse fenômenos, acontece de alma estar com "um pé no mundo espiritual e um no material". A alma chega a sair do corpo, e observa tudo o que se passa ao redor. Geralmente acontece em cirurgias médicas muito arriscadas em que o paciente está clinicamente considerado morto (mas sem o decreto de morte cerebral), ou em estados profundos de coma. Há relatos de pessoas (adultos e crianças) que afirmam terem assistido "do lado de fora" todo o procedimento cirúrgico a que foram submetidos, enquanto o mesmo acontecia.
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