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sábado, 19 de outubro de 2019

CRUZ DAS ALMAS: Pesquisadora da Embrapa ganha o Prêmio Linda Caldas 2019 durante evento em Juazeiro

No último dia 7, a pesquisadora Fernanda Vidigal, da Embrapa Mandioca e Fruticultura (Cruz das Almas, BA), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, recebeu o Prêmio Linda Caldas 2019 na categoria Trabalho Científico, pela reconhecida contribuição científica na área de cultura de tecidos de plantas no Brasil no biênio 2017-2019. O prêmio é outorgado, em duas categorias, somente para integrantes da Associação Brasileira de Cultura de Tecidos (ABCTP).

O trabalho intitulado “Cryopreservation of Hamilin sweet orange [(Citrus sinensis (L.) Osbeck)] embryogenic calli using a modified aluminum cryo-plate technique”, publicado em 2017 na Revista Scientia Horticulturae, teve como coautores os pesquisadores Antonio Souza e Alfredo Alves.

Na categoria Sênior – para profissionais em atividade na área há, no mínimo, dez anos, e pela contribuição à cultura de tecidos como um todo – o destaque foi Miguel Pedro Guerra, professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

A solenidade de entrega da premiação ocorreu durante a abertura do 9º Congresso Brasileiro de Cultura de Tecidos de Plantas, realizado de 7 a 11 de outubro no auditório principal do Complexo Multieventos da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Juazeiro (BA). O nome do prêmio é uma homenagem a Linda Styer Caldas, uma das fundadoras da ABCTP em 1983.

“Um prêmio é sempre um reconhecimento ao trabalho. Fico muito satisfeita porque a criopreservação e a crioterapia foram os temas do meu pós-doutorado no National Center for Genetic Resources and Preservation – NCGRP [Centro de Pesquisa em Recursos Agrícolas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos]. É um retorno ao investimento que foi realizado, assim como a coordenação do Curso de Criopreservação de Plantas, que a Unidade realiza há quatro anos consecutivos”, informa Fernanda, que é curadora do Banco Ativo de Germoplasma de abacaxi e professora permanente da disciplina Conservação do mestrado em Recursos Genéticos Vegetais, parceria entre a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e a Embrapa Mandioca e Fruticultura.

Por: Léa Cunha (DRT-BA 1633)

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