sábado, 15 de setembro de 2018

Município de Sapeaçu prioriza a saúde e passa a ofrecer atendimento digno para a população

A Prefeitura de Sapeaçu, através da Secretaria Municipal de Saúde iniciou no Hospital Municipal de Sapeaçu (HMS) a primeira visita de Vinculação de Gestantes, que aconteceu nesta semana com diversos temas como parto normal, aleitamento materno, cuidados pós-parto e métodos não farmacológicos para alívio da dor.

Para a coordenadora da Rede Cegonha, Carine Galvão e a coordenadora de enfermagem do HMS, Fabíola Cirqueira a finalidade é garantir acessibilidade e oportunidade de conhecer o ambiente onde os partos serão realizados, e ajudar as gestantes a entenderem o processo de cuidado realizado pelos profissionais que atuam na unidade, além de conhecer as rotinas dos setores. “Essa visita proporciona segurança, empoderamento das gestantes e familiares, quanto ao pré-parto, trabalho de parto e pós-parto, garantindo direito a acompanhante e um cuidado humanizado e continuado”, disseram.

Esse primeiro encontro participaram gestantes no terceiro trimestre gestacional, das Unidades de Saúde da Família (USF) Antônio Sampaio Brito e Parque das Laranjeiras, e os encontros acontecerão a cada 15 dias de acordo com cronograma envolvendo todas as Unidades de Saúde do município.

Prioridade no atendimento
Melhorar, cada vez mais, o atendimento e serviços a todos os usuários de Saúde do Hospital Municipal de Sapeaçu (HMS) é o objetivo da Prefeitura de Sapeaçu, através da Secretaria Municipal de Saúde, que iniciou na manhã dessa quarta-feira (13), o Acolhimento com Classificação de Risco. 


Com a mudança, o atendimento aos pacientes deixa de ser feito por ordem de chegada e passa a ser por prioridade, com os casos mais graves sendo atendidos primeiro, através de Acolhimento com Classificação de Risco.

A diretora de promoção e assistência à Saúde, Acilene Novaes esteve presente e explicou a todos os usuários a nova metodologia de atendimento, ressaltando a importância do Acolhimento Classificação de Risco. “Com isso, muda a dinâmica de atendimento, que vai atender a todos, mas priorizando os pacientes em condições mais graves para minimizar os riscos e humanizar o atendimento, favorecendo também o fortalecimento e constituindo a Atenção Básica como porta de entrada para o serviço de saúde, além de qualificar a assistência à saúde hospital no município”, explicou.

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