sábado, 20 de julho de 2019

MARAGOGIPE: Família está apreensiva com demora no julgamento do caso

As testemunhas de defesa do caso do envenenamento de uma mãe e três filhas em Maragogipe, no Recôncavo baiano, foram ouvidas nesta sexta-feira (19/julho). No dia 21 de agosto, a suspeita Elisângela Almeida de Oliveira será interrogada mais uma vez. Depois disso, o julgamento será marcado.

Nesta sexta, foram ouvidos a mãe de Adriane, Rosa Ribeiro; Andreza Ribeiro, irmã e tia das vítimas; uma mulher de prenome Maiara, colega da jovem; além de Wilton e Claúdia, ambos membros das igreja de Adriane. O julgamento do caso ainda não tem data marcada.

Por meio de nota, o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) informou que, na quarta-feira (17), já tinham sido ouvidos as testemunhas de acusação. "A ré Elisângela Almeida de Oliveira foi interrogada por vídeo conferência, no presídio, na presença de advogado de defesa e inquerida pelo juiz e promotora na Vara Crime de Maragogipe"

Elisângela está presa no Complexo Penitenciário da Mata Escura, em Salvador, e é acusada de envenenar Adriane Ribeiro Santos, 23, e suas duas filhas: Greisse Kelly Santos da Conceição e Ruteh Santos da Conceição, de 5 e 2 anos, respectivamente. 

Agora, de acordo com o TJ-BA, o caso seguirá para as alegações finais, pela promotoria e pela defesa. A sentença só será prolatada após conclusão destas fases.

"Se o caso não for encerrado até o dia 12 de setembro, ela (Elisângela) pode ser solta. O marido dela, que tamém é acusado, tá solto. Ele estava no processo junto com ela, mas o juiz desmembrou, disse que não podia ter réu solto, réu preso. Aí ela pode entrar com uma medida e pedir para sair, ficar em liberdade até o julgamento", Disse uma familiar para a nossa reportagem.

F: Correio

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