segunda-feira, 28 de junho de 2021

Paulo Guedes reafirma a prorrogação do Auxílio Emergencial

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o presidente Jair Bolsonaro deve anunciar ainda nesta semana a prorrogação do Auxílio Emergencial por mais três meses.


Sendo assim, o benefício seria pago à população até o mês de outubro, para continuar auxiliando famílias vulneráveis afetadas pela pandemia de Covid-19.

Mesmo assim, o ministro repetiu que a tomada em “V” da economia brasileira já está ocorrendo. Guedes ainda completou dizendo que o país está saindo da recuperação cíclica para uma recuperação sustentável, puxada por retorno de investimentos. O que dá sustento para a continuação do Auxílio Emergencial.

O ministro ainda afirmou que vão ser anunciados o Bônus de Inclusão Produtiva (BIP) e o Bônus de Incentivo à Qualificação (BIQ). Ambos bônus que pretendem gerar milhões de novos empregos destinados aos jovens, que são a camada da população que mais sofre com o desemprego.

Segundo Guedes, com a mudança na presidência da Câmara e do Senado, as reformas estão acontecendo de maneira mais veloz. O ministro ainda citou algumas mudanças que já foram feitas, como o marco do saneamento, a Lei do Gás e a autonomia do Banco Central.

Caminhos contra a inflação

O ministro da Economia disse que, além da prorrogação do Auxílio Emergencial, espera que o Supremo Tribunal Federal (STF) ratifique a decisão do Congresso quanto à autonomia do BC. Isto porque a ratificação poderia impedir que o “choque setorial e transitório de energia e comida” vire inflação permanente.

Guedes afirmou ainda que medidas de energia serão tomadas para evitar o racionamento lá na frente em meio à crise hídrica. “Nossa inflação deu um salto justamente por choque de energia e alimentos. Nos EUA, o núcleo da inflação exclui comida e energia”, disse o ministro na mesma live em que comentou sobre a prorrogação do Auxílio Emergencial.

A live em que o ministro da Economia participou foi feita por Josué Gomes e Rafael Cervone. Ambos candidatos, em chapa única, à presidência e à primeira vice-presidência da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), respectivamente. Nela o ministro pode fazer anúncios, como do Auxílio Emergencial e também falar sobre o futuro da economia do país.

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