segunda-feira, 26 de julho de 2021

Comandantes de unidades da PM ganham Prêmio Maria Felipa 2021

A bravura e a dedicação das majores Érica Patrícia Silva e Tereza Raquel Araújo da Paz, comandantes da 12ª Companhia Independente da PM (Rio Vermelho) e da Operação Ronda Maria da Penha (ORMP), respectivamente, renderam o Prêmio Maria Felipa 2021.
O evento - considerado uma das mais importantes honrarias concedidas a mulheres negras que atuam em diversos setores, assim como, na luta por direitos e contra o racismo - foi transmitido nas redes sociais, no domingo (25), data que comemora o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha.

"Desde o momento que fiquei sabendo da minha indicação fiquei muito emocionada. Esse prêmio é dedicado aos meus pais pela educação que me deram, a minha tropa e a todas meninas e mulheres pretas da nossa sociedade. Costumo dizer que é preciso sonhar, mas também é necessário ter persistência, coragem e resiliência, porque as coisas não são fáceis", declarou a oficial.

O prêmio é concedido após candidatas - que se encaixam dentro dos requisitos - serem indicadas pelo reconhecimento do trabalho que desenvolvem. Ao total, das 100 indicadas, 25 mulheres ganharam a honraria.

A major Tereza Raquel, conta que, apesar de pouco tempo na ORMP, as ações realizadas já têm notoriedade. "Eu acredito que o trabalho da Operação Ronda Maria da Penha e a receptividade dos policiais para as assistidas da Ronda contribuíram diretamente para a minha indicação. As nossas ações trazem visibilidade para a unidade e por eu estar à frente desse grupo fui indicada ao prêmio", afirmou.
O evento - considerado uma das mais importantes honrarias concedidas a mulheres negras que atuam em diversos setores, assim como, na luta por direitos e contra o racismo - foi transmitido nas redes sociais, no domingo (25), data que comemora o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha.

"Desde o momento que fiquei sabendo da minha indicação fiquei muito emocionada. Esse prêmio é dedicado aos meus pais pela educação que me deram, a minha tropa e a todas meninas e mulheres pretas da nossa sociedade. Costumo dizer que é preciso sonhar, mas também é necessário ter persistência, coragem e resiliência, porque as coisas não são fáceis", declarou a oficial.

O prêmio é concedido após candidatas - que se encaixam dentro dos requisitos - serem indicadas pelo reconhecimento do trabalho que desenvolvem. Ao total, das 100 indicadas, 25 mulheres ganharam a honraria.

A major Tereza Raquel, conta que, apesar de pouco tempo na ORMP, as ações realizadas já têm notoriedade. "Eu acredito que o trabalho da Operação Ronda Maria da Penha e a receptividade dos policiais para as assistidas da Ronda contribuíram diretamente para a minha indicação. As nossas ações trazem visibilidade para a unidade e por eu estar à frente desse grupo fui indicada ao prêmio", afirmou.

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