Os trabalhadores afirmam que, à noite, o hospital conta apenas com porteiro, que não exerce função de segurança.
“Nós não temos ninguém da direção à noite, não temos assistente social, e o porteiro não é segurança. Ficamos à mercê da sorte”, afirmou um dos funcionários.
Ele relatou ainda que, no último final de semana, um paciente em surto psicológico chegou agressivo à unidade, quebrou equipamentos da recepção e ameaçou funcionários, sendo necessária a intervenção da polícia.
Um relato enviado à reportagem descreve o hospital como “entregue às moscas” após a retirada do policiamento ostensivo da porta da unidade. Segundo o texto, a ausência de policiais tem deixado pacientes, acompanhantes e funcionários vulneráveis. Moradores também lembram que, durante a gestão do então prefeito Rogério Andrade, havia presença constante da Polícia Militar no local, o que garantia mais tranquilidade.
Atualmente, segundo os relatos, a falta desse apoio tem gerado medo de assaltos e episódios de violência, principalmente nos horários de entrada e saída dos plantões. A comunidade pede que o governador Jerônimo Rodrigues, o comando da Polícia Militar e a Secretaria de Segurança Pública garantam policiamento fixo ou rondas frequentes no hospital.
Durante debates promovidos pelo Levante à Voz, também foi citada a situação da UPA de Santo Antônio de Jesus. A secretária municipal de Saúde explicou que a unidade conta com guarda municipal e uma empresa terceirizada responsável pela segurança. Já no caso do Hospital Regional, funcionários, pacientes e usuários defendem a presença de policiamento permanente, alegando que a atuação de vigilantes terceirizados não tem sido suficiente diante dos episódios registrados.
Informações do Blog do Valente





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