O deputado estadual Robinson Almeida (PT) participou, neste domingo (24), na Barra, em Salvador, do ato político e cultural pelo fim da escala 6x1 e aproveitou a mobilização para direcionar críticas a aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e do grupo político liderado pelo pré-candidato ao governo do estado, ACM Neto (UB).
“Tem muita raposa em pele de cordeiro tentando enganar o povo em ano eleitoral. Os trabalhadores precisam ficar espertos. Essa turma que quer adiar o fim da escala 6 x1 é a mesma que aprovou as reformas trabalhistas e da previdência”, alertou.
Na manifestação ao lado de sindicatos e movimentos populares, o deputado do PT criticou parlamentares do centrão e da direita que defendem uma emenda à PEC 221/2019 que permite jornadas semanais de até 52 horas e prevê dez anos de transição antes da vigência das novas regras trabalhistas.
“No Congresso Nacional, aliados de Bolsonaro e ACM Neto tentam impedir o fim da escala 6 x 1 e aumentar a exploração da classe trabalhadora. Devemos unir forças contra esse absurdo”, enfatizou.
A manifestação reuniu trabalhadores, centrais sindicais e militantes em defesa da redução da jornada de trabalho e do fim da escala considerada exaustiva por entidades trabalhistas.
Robinson elogiou o presidente Lula (PT) por defender a causa publicamente e afirmou que o debate representa uma luta por dignidade, convivência familiar e melhores condições de vida para os trabalhadores brasileiros.
“Estamos nas ruas defendendo o fim da escala 6x1, uma medida apoiada pelo presidente Lula para garantir mais qualidade de vida, mais tempo para as famílias, para o lazer e mais dignidade para os trabalhadores”, declarou o deputado.
Para ele, é importante ampliar o debate para as ruas. Na avaliação de Robinson, a discussão ultrapassa questões econômicas e envolve saúde mental e valorização do trabalhador.
“É importante compreender a dimensão humana do que estamos discutindo e unir forças contra retrocessos, como foi as reformas trabalhistas e da previdência que a turma da exploração impôs contra o trabalhador nos governos Temer e Bolsonaro”, concluiu o petista.






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