É inegável que iniciativas voltadas à cultura, ao entretenimento e à realização de eventos têm impacto direto no comércio local, no turismo e na geração de renda. Nesse ponto, concordamos que a cidade precisa, cada vez mais, fortalecer ações que promovam esse desenvolvimento de forma equilibrada e sustentável.
No entanto, é importante esclarecer o papel da CDL. A entidade não é um órgão político nem possui atribuição direta sobre decisões públicas, como liberações de espaços ou políticas culturais. A CDL é uma instituição formada por empresários locais, que se unem voluntariamente com o objetivo de fortalecer o comércio e buscar melhores condições para o setor.
Quando se afirma que a CDL “não fala” ou “não tem postura”, é importante considerar que muitas das ações da entidade acontecem de forma institucional, por meio de diálogo, articulação e representação, nem sempre visíveis publicamente, mas voltadas ao interesse coletivo.
Também entendemos que o momento atual exige mais participação, mais união e maior engajamento dos próprios empresários. A CDL só se torna forte quando há envolvimento ativo da classe que ela representa.
Respeitamos todas as opiniões, mas reforçamos que críticas, quando acompanhadas de participação e construção conjunta, tornam-se ainda mais valiosas para o fortalecimento da entidade e do comércio local.
A CDL permanece aberta ao diálogo com todos os empresários, inclusive para discutir caminhos que integrem desenvolvimento econômico, cultural e fortalecimento do comércio.
Acreditamos que é com responsabilidade, união e participação que construiremos uma cidade mais forte para todos.





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