No último dia 11 de novembro Samuel Santana Santos, de 28 anos, morador do bairro São Paulo, foi atingido por sete tiros. Após vinte e oito dias internado no Hospital Regional, o jovem foi à óbito. Seus familiares, após quase dois dias de declarada oficialmente sua morte, estão denunciando publicamente que até o momento o corpo do rapaz não foi sepultado.
Até o momento em que postamos essa matéria, o corpo continuava fora da geladeira do Departamento de Polícia Técnica, aguardando pelo laudo médico que irá libera-lo para as cerimônias fúnebres. O equipamento que conservava os corpos está quebrada há tempos.
Jerônimo, irmão de Samuel, procurou a nossa reportagem para relatar que, assim como Samuel, outros corpos humanos permanecem no mesmo estado no IML, em uma situação de fedentina insuportável que afeta até mesmo a vizinhança.
"A família ja está sofrendo muito e ainda tem que conviver com um absurdo desse. Passam os dias e a gente não teve até agora nem mesmo o nosso direito de enterrar ele. Queremos saber quem é vai responder por isso", disse.
F: Blog do Valente




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