Uma série de decisões judiciais obtidas pelo governo Temer contra a greve dos caminhoneiros não foi capaz de desobstruir as rodovias federais do país. Responsável por cumprir as decisões obtidas na Justiça pela Advocacia Geral da União (AGU), a Polícia Rodoviária Federal argumenta que só pode agir quando há obstrução total das estradas – tática que tem sido evitada pelos manifestantes.
Os protestos continuam nesta sexta-feira (25), mesmo após um acordo entre as lideranças do movimento com o governo federal.
Em ao menos cinco estados do país, a Polícia Rodoviária Federal disse não ter desbloqueado rodovias federais justamente porque não houve "bloqueio total", mesmo após decisões da Justiça terem determinado a desocupação das estradas.
No Ceará, a PRF-CE informou que vai notificar os caminhoneiros mesmo que não haja bloqueio total, por conta dos prejuízos à fluidez do trânsito.
O relato de um oficial de Justiça sobre uma liminar de Santa Catarina, entretanto, mostra que os motoristas têm evitado fazer bloqueio das vias. Por volta das 19h, desta quinta-feira (25), segundo o oficial, sequer havia lentidão no local.
Os protestos continuam nesta sexta-feira (25), mesmo após um acordo entre as lideranças do movimento com o governo federal.
Em ao menos cinco estados do país, a Polícia Rodoviária Federal disse não ter desbloqueado rodovias federais justamente porque não houve "bloqueio total", mesmo após decisões da Justiça terem determinado a desocupação das estradas.
No Ceará, a PRF-CE informou que vai notificar os caminhoneiros mesmo que não haja bloqueio total, por conta dos prejuízos à fluidez do trânsito.
O relato de um oficial de Justiça sobre uma liminar de Santa Catarina, entretanto, mostra que os motoristas têm evitado fazer bloqueio das vias. Por volta das 19h, desta quinta-feira (25), segundo o oficial, sequer havia lentidão no local.





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