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sexta-feira, 25 de setembro de 2020

Mulher com suspeita de parto de risco é ignorada pelo HEC, denuncia mãe

Maria dos Santos, moradora do bairro Ponto Central, em Feira de Santana, acompanhou sua filha Michele Albano, 34 anos, residente no bairro Mangabeira, até o Hospital Estadual da Criança (HEC), referência em partos de alto risco, mas não foram atendidas com a alegação da falta de um exame para detectar o problema e que a maternidade está fechada, segundo a mãe da gestante.

De acordo com Maria, a filha está com 36 semanas de gestação e bateram na porta do hospital, sem sucesso. O setor de partos do HEC segue fechado, denunciou.

Sabemos que ainda não é hora do parto, mas de ontem pra cá, a barriga dela amoleceu e não temos para onde ir, porque a gente aqui no hospital, de referência, para fazer parto de risco e a maternidade fechada, eu gostaria de saber para onde é nós podemos ir?”, questiona a mãe da gestante. “Aí, quando chega no dia da eleição ‘neguinho’ quer voto, como quer voto se na hora da necessidade fecha a porta?”, acrescentou revoltada.

Ela explicou que não pode ir para o Hospital da Mulher, pois a gestação da filha ainda não completou 38 semanas e nessa situação a competência seria do HEC. “Minha filha está desde domingo sentindo fortes dores, fomos ao Hospital da Mulher, fizemos uma triagem e o hospital indicou aqui (HEC), a barriga dela começou a amolecer e a resposta que tivemos é que a maternidade está fechada”, concluiu.

Após o apelo feito à nossa reportagem, Maria dos Santos comunicou que a filha fará um exame de ultrassom obstétrico no Hospital da Mulher para verificar a situação da gestante.

Nossa reportagem enviou perguntas para a assessoria de comunicação do HEC, mas até o fechamento desta matéria não obteve respostas.

F: Central de Polícia, com informações de Denivaldo Costa (Rádio Subaé)

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